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Sintra, a sua Arquelogia

 

Seu clima favorável, solo fértil e proximidade com o rio Tejo têm atraído assentamento humano neste domínio dos tempos antigos. Há sítios arqueológicos na área datam o começo Neolítico (5tn milênio A.C.), Neolítico Calcolítico transição (terceiro milênio A.C.), copo (3o-2o milênio A.C.), idade do Bronze (XV-sexto séculos A.C.) e idade do ferro (4th-2º séculos A.C.).

A ocupação romana começou no meados-século II A.C., quando a área fazia parte da territorio da cidade romana de Olisipo (Lisboa moderna). Os habitantes locais abraçaram o estilo romano de vida com entusiasmo, e há indícios de que havia um assentamento romano no site da moderna cidade de Sintra. No final do período romano e Bizantino descobertas arqueológicas demonstram ligações comerciais com a África do Norte.

As primeiras referências escritas à resolução de Sintra data do período da ocupação dos mouros, quando é descrever como sendo uma dependência de Lisboa. Outros qualificá-lo como o mais importante centro da região depois de Lisboa. A cidade e seu castelo foram devastadas várias vezes durante a Reconquista. Primeiro foi libertado por Afonso VI de Leão em 1093, mas recapturado pelos mouros dois anos mais tarde. Sintra finalmente cedeu ao rei Afonzo Henriques após a conquista de Lisboa em 1147, e sete anos mais tarde recebeu sua carta como um concelho (comuna). O território abrangido pela rede a carta era muito grande e foi dividido em quatro freguesias. Os habitantes da cidade precoce foram de várias corridas, mas rapidamente perdeu suas identidades individuais se tornar saloios, o termo usado para descrever a população mestiça nas cidades ao redor de Lisboa.

Após a supressão dos Templários em 1181 as terras concedidas a eles por d. Afonso Henriques passaram da ordem de Cristo, que veio substitui-las em Portugal. Durante a crise de 1383-85 Sintra foi uma das cidades últimos a ceder ao Rei João I de Castela e como resultado ele foi privado da casa da Rainha, que tinha sido concedida a ele pelo rei Dom Dinis. Afonso construiu um imponente palácio lá que serviu de residência de Verão do real até o final do século XVI.

Images: (c) Paulo Juntas; (c) Joaomartinho63; (c) Lusitana

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Automatico • 1 de Abril de 2012


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